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Celulose Notícias

J.P. Morgan mantém recomendação neutra para Suzano e Klabin

Banco cortou o preço-alvo da Suzano de R$ 44 para R$ 42 e elevou o preço-alvo da Klabin de R$ 16 para R$ 19,50

Nessa segunda-feira, 22, o J.P. Morgan manteve recomendação neutra para as companhias de celulose Suzano e Klabin. Ontem, o banco distribuiu relatório revendo estimativas e preços-alvo das companhias de commodities da América Latina, e cortou o preço-alvo da Suzano de R$ 44 para R$ 42 e elevou o preço-alvo da Klabin de R$ 16 para R$ 19,50.

Segundo os analistas, a administração da Suzano vem trabalhando para normalizar os estoques e reduzir custos, após a aquisição da Fibria e uma estratégia comercial um tanto incomum que resultou em um acúmulo muito alto de estoques em 2019.

A empresa está pronta para se beneficiar dos preços da celulose quando houver recuperação, mas isso pode demorar mais por causa da pandemia de coronavírus. “E ainda vemos riscos adicionais de queda nos preços da celulose no curto prazo”, afirma a equipe.

“Apesar da história consistente e interessante, mantemos nosso neutro, pois o risco de preço da celulose e a alta alavancagem em tempos de incerteza provavelmente limitarão o preço das ações nos próximos 6 a 12 meses”, completam os analistas.

Já a Klabin apresenta tendência de desalavancagem interessante, mas eles dizem ver um apetite reduzido de investidores ao considerar investimentos com um prazo de maturidade tão longo, especialmente dadas incertezas macroeconômicas.

“A Klabin está investindo 43% de seu valor de mercado para expandir a capacidade em cerca de 30%. O projeto Puma 2 é transformador para a empresa e aumentará a relevância da Klabin no mercado global de kraftliners por meio de um projeto muito competitivo”, diz o banco.

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Apesar disso, os analistas destacam que esse aumento de produção não deve acontecer antes de 2024, portanto, as métricas de alavancagem provavelmente só se normalizarão em 2026.

Do lado positivo, o balanço da Klabin está bem preparado para lidar com tempos de alavancagem incertos e altos (com recurso disponível suficiente para cobrir obrigações por 51 meses), destaca o J.P. Morgan.

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