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Notícias Tissue no Brasil

Indústria de Tissue no Brasil, cresce 5,9% ao ano

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O mercado de papel se desdobra em várias vertentes e possibilidades, uma dessas vertentes é o setor Tissue, onde entram os papéis finos, para uso doméstico, sanitário e com higiene pessoal; o setor merece destaque dentro do competitivo leque papel/celulose, pois tem crescimento anual acima do PIB, tal perspectiva deve se manter, sendo assim é natural que atraia olhares internacionais.

O que estamos vivendo no setor Tissue são constantes parcerias entre companhias nacionais e estrangeiras, aquisições, fusões e cisões às tantas, elevando o Brasil aos olhos do mundo, e fixando uma boa imagem nessa área da grande indústria do Papel.

O Brasil possui um dos mercados mais ativos no que se diz respeito à implantação de novas máquinas e tecnologias. O volume do crescimento do setor pede uma urgência na automação dos processos, sendo quase absolutamente necessária a implantação de ao menos uma máquina de grande porte por ano nas indústrias.

Na divisão por região, sabemos que as regiões Sul e Sudeste lideram o consumo; as vendas se sustentam e ainda contam com parâmetros para crescerem ainda mais, mesmo com bases econômicas inferiores à média internacional; porém, o grande potencial de crescimento concentra-se nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, onde a renda per capita para consumo de papel Tissue ainda é considerada baixa. A estimativa é de que com os novos investimentos das companhias, e o aumento do poder de compra do cidadão brasileiro, as vendas nessas regiões possam crescer entre 7% e 9% ao ano.

Além do aumento do poder de compra, grandes eventos que irão acontecer, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas devem alavancar mais ainda a demanda por papéis de linha institucional. Enquanto setores específicos como o de papel-toalha para cozinha e usos hospitalares também tem muito espaço para crescer.

No caso de papel higiênico, o consumo médio no ano 2000 era de 458 mil toneladas, em 2012 subiu para 739 mil ton.; isso representou crescimento de 4,9%; para os guardanapos, o salto foi de 20 para 35 mil toneladas no mesmo período. A tendência positiva de crescimento anual acima do PIB deve se manter até 2020.

A fibra virgem como matéria prima também deve ganhar mais espaço no futuro, devido ao fato de que o custo das aparas tem encarecido e sua qualidade não tem mantido os mesmos padrões exigidos pelo mercado. O uso da fibra virgem resultará em um produto de maior valor e qualidades agregadas; fixando mais uma vertente para o caminho de sucesso do Tissue brasileiro.

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