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Helsten ressalta compromisso com a cadeia produtiva de tissue

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Dentre outros assuntos, Ceny Blosfeld e Alexandre Souza falaram sobre as medidas que a empresa tem tomado diante da pandemia, os diferenciais e os planos da companhia para o mercado exterior

Ceny Blosfeld, gerente geral da Helsten, e Alexandre Souza, gerente de vendas da Helsten, em conversa com Felipe Quintino, no Talk Tissue, falaram sobre as medidas que a Helsten tem tomado para manter a produção ativa diante da pandemia do coronavírus; a estrutura, tecnologia e segmentos atendidos pela empresa, em especial, o de tissue; e os planos da companhia para o mercado exterior neste momento.

Para manter sua produção ativa e proteger seus colaboradores, Ceny contou que medidas vêm sendo tomadas na empresa. “Foi um momento muito complicado para a gente, porque quando nós começamos a perceber o que estava acontecendo no mundo – que pra gente foi uma notícia que veio um pouco antes, porque a gente busca tecnologia no mundo inteiro – , a gente logo teve que parar e pensar como agiria nessa situação.Foi muito rápido perceber que nós não poderíamos parar, porque a gente faz parte de uma cadeia produtiva muito maior, e além disso, parceria e estar ao lado do cliente fazem parte do nosso DNA, então não poderíamos parar e deixar nossos clientes desabastecidos, mas ao mesmo tempo, [pensamos] como a gente faria para manter a segurança de todos os nossos colaboradores. Então um pouco antes de começar aqui, a gente começou a se preparar para essa questão com estoques de insumo, matéria-prima, e garantir que a gente tivesse um folego para conseguir trabalhar mais tempo caso uma paralisação geral acontecesse”, relata a gerente geral, enumerando as ações relacionadas à saúde e proteção dos colaboradores. “De imediato, a Helsten afastou, deu férias ou colocou de home office todas as pessoas que eram de grupo de risco, tomamos as medidas como assepsia com álcool em gel, flexibilização de horários, mudança de horário de almoço, instalamos emergencialmente mais laboratórios na fábrica, distribuímos máscaras, reforçamos limpeza, e continuamos pesquisando medidas para aumentar a proteção do pessoal”.

Os representantes da empresa fizeram questão de mencionar o compromisso da Helsten com seus clientes, sobretudo, neste momento delicado devido à pandemia. “Nossos clientes precisam continuar trabalhando, até porque qualquer parte da cadeia que parar vai parar na gôndola do supermercado com o consumidor, por exemplo, no caso de tissue”, defende Ceny. “Queria enfatizar o compromisso da Helsten com os nossos clientes, porque a Helsten parando, isso provavelmente provocaria uma reação em cadeia que ia prejudicar obviamente o consumidor final”, complementa Alexandre.

A Helsten é uma empresa de forte renome em vários segmentos, que possui um market share de mais de 90% na área de tissue no Brasil. Quando questionados que fatores são responsáveis por esse sucesso, Ceny e Alexandre enumeram: “Nosso CEO tem pelo menos 50 anos de experiência em ferramentas, a Helsten tem 35 anos no mercado, então, a gente tem um know-how grande nessa área. Esse tempo nos permitiu formar uma equipe e disseminar esse know-how na equipe. Então, são mais de 150 colaboradores que conhecem a aplicação dos nossos clientes e a parte técnica do processo para atender essa aplicação”, diz Ceny.

“Outro dado importante é a Helsten sempre estar preocupada com tecnologia, posso dizer que sempre que há uma decisão com relação ao investimento, sempre se busca o melhor, independente do pais em que esteja. Hoje, a gente tem maquinários modernos, de alta performance, mas essa luta é constante, o mercado está muito competitivo, assim precisamos continuar com esses reinvestimentos, a fim de estar com a nossa fábrica o mais moderna possível. No produto de tissue, de maior relevância é a faca orbital, nós temos um plano de investimento de substituição gradativa de todos esses equipamentos por máquinas mais modernas, pra gente ser mais produtivo, baixar custos e ser mais competitivo, tanto no mercado nacional como fora do Brasil, em todos os países que a gente atua”, acrescenta o gerente de vendas.

Além do segmento de tissue, a Helsten tem atuação em vários outros ramos. “A gente também atua fortemente em vários outros mercados, como madeira, metalurgia, celulose, embalagens, papelão”, enumera Ceny. “Temos uma abrangência em mercados muito diversificados, vendemos facas para processamento de lixas, cigarro e já produzimos muita coisa em relação ao têxtil”, completa Alexandre.

Em todos os nichos que atuam, eles consideram que a Helsten tem diversos diferenciais, que colocam a empresa como referência na produção de facas industriais. “O sucesso da Helsten vem de fato de nós não vendermos apenas produtos, o que temos como meta é vender soluções em cortes industriais. A solução engloba produto e aplicação. Além disso, nós somos o único produtor de facas do país, com capacidade de atender 100% da demanda de cortes de tissue. Eu digo que o sucesso vem de oferecer soluções e uma linha completa para atender a demanda do cliente”, defende Alexandre, afirmando que a agilidade e o aprimoramento das máquinas são outro fator de destaque. “Os clientes encontram nossos produtos no estoque à pronta entrega, a gente tenta ter ao máximo essa agilidade para o cliente. Com as máquinas, hoje modernas, a exigência é cada vez maior, e a Helsten vem tentando acompanhar essa tendência, então oferecemos facas orbitais com o menor batimento lateral possível, de olho no melhor rendimento”.

Ceny acrescenta que o tratamento das peças e o atendimento ao cliente também são pontos fortes da Helsten. “A gente também tem questões como tratamento próprio, que garante o melhor tratamento dessas peças, que vai dar resultado no balanceamento e, consequentemente, no rendimento do nosso cliente. E também essa vontade de fazer sempre o melhor, que leva a gente a estar sempre pesquisando, investindo, e trazendo novidades para o mercado. Está muito enraizada na gente essa questão de estar junto e ter uma parceria com o cliente, de ouvir qual a necessidade e a meta dele nesse momento e querer fazer parte desse processo”, pontua.

Além do Brasil e América Latina, a Helsten tem negócios em muitos outros países e tem planos para expandir seu mercado após a pandemia. “Nós temos distribuidores no México, na África do Sul, na Rússia, atendemos a China, começamos negócios no Oriente Médio, inclusive com participações em feiras nos últimos anos. No ano passado, estivemos muito próximos de fechar um negócio nos EUA, onde o mercado de tissue é bastante alto. Não temos dúvidas de que o nosso produto tem total condições de entrar nesse mercado e ter uma excelente aceitação”, garante Alexandre.

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Apesar do crescente sucesso da empresa, o momento inspira cuidado, e a gerente de vendas afirma que a prioridade agora é atender aos clientes que a Helsten já possui. “Neste momento, a gente priorizou nos nossos clientes que estavam com uma demanda maior por conta da pandemia e esse tratamento com os clientes tem se dado digitalmente”, fala, acrescentando que a empresa busca dar, a todos os seus clientes, o melhor atendimento, fornecendo as melhores soluções em toda a sua área de abrangência. “A gente confia no nosso produto, mas sabe que é mais que isso, estão pensamos em garantir que esse cliente que está longe da nossa sede consiga ter o mesmo atendimento de quem está próximo. Temos a preocupação de ter o mesmo carinho no atendimento que a gente tem no cliente nacional, no treinamento, no estar perto, no entender a necessidade do cliente”, finaliza.

Confira na íntegra o Talk Tissue com Ceny Blosfeld e Alexandre Souza:

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