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Fibria contrata mais de 8 mil operários para construção da sua segunda linha de produção

Em período de crise econômica, declarada em todo o país por economistas, Três Lagoas se destaca, cada vez mais, na geração de emprego. A cidade conta com grandes investimentos em vários setores, principalmente no industrial, responsável por gerar muitos postos de trabalho.

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Atualmente, o setor que mais se destaca é, mais uma vez, o da celulose, por conta da construção da segunda linha da Fibria, “batizada” como Horizonte 2 e iniciada em 2015.

De acordo com informações da Assessoria de Comunicação da Fibria, hoje, a segunda linha conta com 8,5 mil trabalhadores. Destes, 3.995 são de Três Lagoas e o número representa 47% do total de funcionários. Os demais – 4.505 – vieram de outras cidades.

Mas o número de trabalhadores, até o final da obra, será bem maior. A Fibria estima que durante o período de construção da Linha 2, 40 mil postos de trabalho serão gerados, diretamente ou indiretamente, considerando toda a cadeia de fornecedores, dos fabricantes de grandes equipamentos ao pequeno comércio local. O número é significativo e equivale ao de uma cidade como Paranaíba, por exemplo.

A geração de emprego reflete na economia local nos mais diversos setores: padarias, hotéis, restaurantes, supermercados, farmácias, entre outros. “Estamos movimentando o comércio cidade e isso é a geração de emprego provocada pelo projeto”, informou a gigante da celulose, através de nota.

De acordo com a assessoria, após a conclusão da obra serão geradas três mil novas vagas de empregos diretos ou indiretos, ou seja, com a entrada em operação da segunda linha de produção de celulose, o quadro total da Fibria em Três Lagoas será de 6 mil trabalhadores. A nova linha de produção está prevista para entrar em operação no início do quarto trimestre de deste ano.

A construção da segunda linha, com investimentos de R$ 7,5 bilhões, tornará a unidade da Fibria em Três Lagoas em um dos maiores sites de produção de celulose do mundo. A nova terá capacidade de 1,95 milhão de tonelada de celulose por ano e, somada à atual, já em operação, chegará a uma capacidade total de 3,25 milhões de toneladas/ano e passará a produzir mais de sete milhões de toneladas de celulose por ano.

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