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Escasso o uso de papel higiênico por chineses e indianos explica a fusão no Brasil

Chineses e indianos ainda usam pouco papel higiênico

Uma grande quantidade de chineses e indianos não se alivia como nós, ocidentais: sentados sobre um vaso sanitário, com papel higiênico sempre à mão. Mas a perspectiva de que uma “ocidentalização” sanitária dos gigantes asiáticos vai ocorrer um dia é um dos fatores que demonstram o potencial da fusão entre duas grandes empresas brasileiras do setor de papel e celulose. Fibria e Suzano fecharam negócio e vão forma a maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo, avaliada em R$ 60 bilhões. É o crescimento da demanda em países como China e Índia, que têm uma população combinada de 2,7 bilhões de pessoas, que definirá o futuro dessa campeã nacional do papel higiênico.

Em 2013, o consumo anual de papel sanitário per capita bateu 24 quilos na América do Norte e 15 quilos na Europa Ocidental. Na China, porém, parou em 5 quilos. O mercado chinês de papel higiênico deve crescer 7,5% ao ano até 2021, segundo dados da consultoria Statista. Hoje, ele já é o maior do mundo graças ao tamanho da população chinesa, mas cada chinês gasta apenas US$ 11 por ano com papel higiênico. Os americanos, por exemplo, gastam o triplo disso.

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