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Enfil fecha contrato com a Klabin para a construção da Estação de Tratamento de Efluentes em Ortigueira no Paraná

Empresa completa 20 anos em 2014 e já forneceu sistemas de tratamento de efluentes para diferentes setores industriais.

klabin

Este é o primeiro contrato na área de papel e celulose, destinado ao maior projeto em desenvolvimento no país

A Enfil, maior empresa brasileira de soluções ambientais, fechou seu primeiro negócio de tratamento de efluentes com o setor de papel e celulose, no valor de R$ 120 milhões, para construção de uma ETE (Estação de Tratamento de Efluentes) na nova fábrica da Klabin, em Ortigueira (PR). O contato tem prazo de 22,5 meses para que a obra seja finalizada e envolverá aproximadamente 200 profissionais entre engenheiros, especialistas e equipe de montagem.

“Demoramos cerca de dois anos para conseguir nosso primeiro contrato de tratamento de efluentes no setor de papel e celulose, o que torna este momento muito importante para nós, pelas boas perspectivas que se abrem, ao fornecer para uma empresa líder, que está fazendo um investimento de R$ 7 bilhões no projeto, afirma o sócio diretor da Enfil, Franco Tarabini Jr. Ele destaca que a empresa já forneceu instalações de tratamento para outros setores, mas vê em celulose um dos segmentos mais promissores no Brasil, assim como saneamento básico, óleo e gás onde já estamos presentes”, afirma o sócio da Enfil.

A fábrica da Klabin receberá um investimento de R$ 7 bilhões e será o maior do País em volume de produção, com a corrente de efluentes chegando à vazão de 5,9 mil metros cúbicos por hora de água contendo resíduos industriais, que será tratada para reuso, no projeto da Enfil.

“A Enfil espera fechar 2014 com um recorde de vendas, somando seus setores tradicionais – tratamento de águas e efluentes e controle da polução atmosférica, com os novos em que passou a atuar em 2011, como montagens eletromecânicas e gestão de resíduos/remediação de solos. “Este último segmento vem crescendo bastante, especialmente pela transformação de antigas áreas industriais e lixões em conjuntos de prédios para habitação ou escritório, e de indústrias realizando a regeneração do solo de suas fábricas, onde havia despejos depositados ou enterrados”, acrescenta Franco Tarabini Jr, da Enfil.

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