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Em crescimento, indústria de papel e celulose precisa reduzir os impactos ambientais de sua produção

Para o CEO da Allonda, é urgente que as companhias do setor invistam na eliminação e/ou na redução dos efeitos negativos do processo de produção industrial

O Brasil produziu 21 milhões de toneladas de celulose em 2020, de acordo com dados divulgados pela Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), um crescimento de 6,4% em relação a 2019. O bom desempenho registrado animou o mercado e as principais indústrias do setor avaliam que 2021 será um ano favorável tanto para a fibra curta quanto para a fibra longa.

No entanto, ainda que a indústria brasileira de papel e celulose esteja em pleno desenvolvimento, essa é uma das atividades que mais gera resíduos (como lama de carbonato, rejeito de fibras e lodo primário), que podem causar grandes impactos ao meio ambiente se não forem tratados corretamente.

Por isso, para Leo Cesar Melo, CEO da Allonda, empresa de engenharia com foco em soluções sustentáveis, é urgente que estas companhias invistam na eliminação e/ou na redução dos efeitos negativos do processo de produção industrial. Uma das alternativas é implantar tecnologias que permitam a adoção da economia circular na cadeia produtiva, ou seja, transformar resíduos que seriam destinados aos aterros em insumos para outras atividades.

Leo Cesar Melo, CEO da Allonda.

“A valoração de resíduos é uma forma inovadora e sustentável de agregar melhorias contínuas em processos, produtos e sistemas, seja no princípio financeiro ou ambiental. Essa técnica possibilita que os resíduos sejam vistos como solução, utilizando tecnologias de tratamento para transformá-los em matérias-primas nobres”, explica o executivo.

Do ponto de vista financeiro, ele explica que a empresa terá vantagens com uma demanda menor no transporte e deslocamento desses resíduos e redução ou até mesmo inutilização de aterros, por exemplo. Além disso, as matérias-primas resultantes da valoração podem ser utilizadas tanto na própria fonte geradora, quanto no mercado comum e em outras indústrias.

“Qualquer empresa pode aplicar economia circular em sua cadeia produtiva. O principal requisito é o interesse”, conclui o CEO da Allonda.

SOBRE A ALLONDA

Transformar a engenharia através da sustentabilidade. Esse é o propósito da Allonda, empresa que há 20 anos atende o setor industrial e de infraestrutura, acumulando centenas de entregas relevantes no Brasil e América Latina. Com equipe própria de especialistas, a Allonda projeta, implanta e gerencia soluções focadas em economia circular, tanto para água quanto para resíduos, assim como em projetos de emergências ambientais, remediação e compensação. Saiba mais em: https://allonda.com/.

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