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Coronavírus: Ações da Suzano e Klabin caem 4,37% e 2,06%

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Com o feriado prolongado de Carnaval no Brasil, a B3 (bolsa de valores do Brasil) está fechada, mas os recibos de ações (ADRs) de empresas brasileiras no mercado vendidos em Nova York despencaram nessa segunda-feira, 24.

Investidores têm reagido ao avanço do coronavírus, oficialmente chamado de Covid-19, na Ásia, Itália e Irã. A preocupação é que o vírus demore mais do que o previsto para ser controlado, o que aumenta as chances de haver uma forte desaceleração da atividade global.

Nesse cenário, os ativos de países emergentes, como é o caso do Brasil, sofrem mais por conta da aversão ao risco.

O Dow Jones Brazil Titans, índice que reflete o desempenho dos 20 ADRs brasileiros mais negociados, abriu em queda, na segunda-feira, e encerrou o dia em queda de 4,81%.

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Os ADRs da Suzano e Klabin, no ramo de papel e celulose, caíram 4,37% e 2,06%, respectivamente. Os da Petrobras terminaram o dia com queda de 7,64% depois de colar nos 9% ao longo dia, repercutindo queda de mais de 5% no preço do petróleo. Os da Vale caíam 7,53%. No setor de siderurgia, a Gerdau caiu 3,42%. Já a Marfrig recuou 5,03%.

Entre as aéreas, a maior queda foi da Gol, com recuo de 8,05% na segunda. A Azul caiu 4,65% e a fabricante de aviões Embraer, 2,70%.

O Santander teve a maior queda entre os bancos, 6,14%. O Banco do Brasil, que liderou as baixas em alguns momentos do dia, terminou a segunda-feira com recuo de 4,59%. Bradesco e Itaú recuaram 1,95% e 3,67%.

Já as ações da fintech de meios de pagamento PagSeguro no exterior caíam 5,19%.

A bolsa brasileira só volta a abrir nesta quarta-feira, 26, às 13h.

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CASOS SE ALASTRAM

Um salto nos casos de coronavírus na Itália, Coreia do Sul, Japão e Irã fizeram as bolsas da Europa registrarem as maiores quedas dos últimos quatro anos na segunda-feira.

A bolsa de Milão caiu mais de 5,5% após um pico nos casos do vírus ter deixado seis mortos na Itália e partes do norte industrial do país praticamente em isolamento.

Na Ásia, durante a noite, o Kospi (índice de bolsa de valores sul-coreana) havia caído 3,9% após o governo declarar estado de alerta elevado. O número de casos subiu para 763 e de mortes para sete.

O Irã, que anunciou as suas primeiras infecções na semana passada, disse que tinha confirmado 43 casos e oito mortes, com a maioria dos casos na cidade santa de Qom. Arábia Saudita, Kuwait, Iraque, Turquia e Afeganistão impuseram restrições de viagem e imigração à República Islâmica.

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