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CMPC troca comando da Celulose Riograndense

A troca de comando será efetivada em 1º de junho e o processo de transição já foi iniciado.

A chilena CMPC está alterando o comando da operação de celulose no Brasil, a Celulose Riograndense. O Valor apurou que o atual presidente, Walter Lidio Nunes, deixará o cargo no fim deste mês, uma vez que já ultrapassou a idade máxima estabelecida no estatuto do grupo chileno para essa posição.

O executivo, convidado a integrar o conselho da Celulose Riograndense, está com 70 anos, cinco anos a mais do que limite previsto. Ele acompanhou a construção da primeira fábrica da antiga Aracruz, no Espírito Santo, iniciada em 1976, e foi um dos responsáveis pela estruturação do negócio de celulose da CMPC no Brasil.

Vindo da Fibria, constituída com a união da Aracruz e da Votorantim Celulose e Papel (VCP), Walter Lidio assumiu a presidência da operação logo após os chilenos comprarem a fábrica de Guaíba (RS) da própria Fibria, em 2009. Procurada, a Riograndense confirmou a informação.

Conforme a empresa, o executivo será sucedido por Maurício Harger, de 42 anos, ex-presidente da Mexichem Brasil, dona da marca Amanco. A troca de comando será efetivada em 1º de junho e o processo de transição já foi iniciado. A nomeação de Harger foi comunicada internamente em 25 de abril, acrescentou a Riograndense.

Conforme a empresa, Harger assumirá a posição de diretor-geral da empresa. “Com a conclusão do projeto Guaíba 2, ocorrida há mais de dois anos, e com a fábrica operando em condições ideais, o presidente Walter Lidio Nunes e a direção da CMPC entenderam que era a hora ideal para realizarem essa mudança”, informou, em nota.

Fonte: Valor Econômico

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