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CMPC pede indenização de R$ 1,2 bi

Valor corresponde ao prejuízo com o incidente em Guaíba

A Celulose Riograndense (foto), que faz parte do grupo chileno CMPC, está cobrando uma indenização de US$ 320 milhões (aproximadamente R$ 1,2 bilhão) da Mapfre. O valor corresponde aos prejuízos alegados pela companhia com o incidente em um dos equipamentos da fábrica de celulose instalada em Guaíba (RS), no início de 2017. O sinistro resultou em perdas de produção de cerca de 600 mil toneladas. A Mapfre negou a cobertura dos danos.

O litígio também levou à instalação de um tribunal arbitral. Em outubro de 2017, após receber a negativa da seguradora, a CMPC recorreu da decisão. A ação judicial e a arbitragem tornaram-se públicas com a publicação do balanço da CMPC no terceiro trimestre na semana passada.

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