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CMPC é melhor empresa do setor em categorias do Valor 1000

A empresa foi reconhecida como a maior do setor de Papel e Celulose da região Sul e a melhor em margem Ebitda do segmento

A CMPC foi classificada como a maior empresa do Sul do Setor de Papel e Celulose pelo anuário Valor 1000 – edição 2021. Ainda no segmento, a empresa ficou em 1º lugar em Margem Ebitda (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) e também em Cobertura de Juros.

Entre os critérios levados em conta para os rankings, estão a receita líquida como parâmetro e os dados de desempenho financeiro, como o próprio Ebitda. Demais posições da CMPC nos indicadores financeiros do setor foram: 5º lugar em Receita Líquida, 6º lugar entre as empresas com melhores pontuações e 8º lugar em Margem de Atividades e também em Liquidez Corrente.

Conforme o diretor-geral da CMPC no Brasil, Mauricio Harger, “essa premiação representa o esforço de uma empresa que preza pela qualidade e pela melhoria contínua. A CMPC tem uma política financeira estruturada e que está baseada na adoção de práticas modernas de governança corporativa ao lado da busca de resultados sociais e ambientais”. Ele destaca, ainda, que os resultados decorrem em boa parte do propósito da empresa baseado nos 3 C’s: Criar soluções inovadoras a partir da celulose, Conviver com as comunidades vizinhas, desenvolvendo ações que promovam educação, geração de renda e qualidade de vida, e Conservar os recursos naturais por meio de uma gestão ambiental adequada.

VALOR 1000

A publicação destaca as mil empresas que tiveram destaque em gestão e desempenho contábil e financeiro. O anuário Valor 100 é uma referência consultiva para executivos, lideranças e interessados e pode promover negócios para as empresas envolvidas.

A publicação coleta, tabula, analisa e compara informações com base em receita líquida e medidas de desempenho. É a única publicação nacional com análises profundas entre as companhias com rankings comparáveis, demonstrações financeiras consolidadas, faturamento por receita líquida e outros itens estratégicos. As análises são feitas por profissionais da área contábil e financeira do jornal Valor Econômico, Serasa Experian e do Estudo de Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

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