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Avanço da variante delta leva à nova corrida por papel higiênico nos EUA

As principais fabricantes de papel tissue norte-americanas têm intensificado a produção para atender à nova demanda

Cena comum no início da pandemia de Covid-19, a corrida aos supermercados para comprar e estocar papel higiênico voltou a se repetir nos Estados Unidos. Com o avanço da variante delta no país, os americanos estão se preparando para enfrentar mais um período de isolamento social.

Diante disso, as principais fabricantes de papel tissue dos EUA têm intensificado a produção para atender à nova demanda. É o caso da Procter & Gamble, a maior produtora estadunidense de papel toalha e higiênico, que tem trabalhado para evitar a escassez desses produtos.

Segundo o Wall Street Journal, a companhia ampliou a produção para atender aos consumidores. A corrida pelos produtos aumentou no momento em que diversos varejistas acusaram a empresa de limitar o envio dos produtos às lojas.

Uma porta-voz da empresa disse que a gigante dos bens de consumo está acelerando a produção de papel higiênico Charmin e toalhas de papel Bounty. As fábricas da empresa funcionam 24 horas, todos os dias, enquanto a P&G busca aumentar os volumes enviados.

Já a Kimberly Clark, fabricante das marcas de papel higiênico Cottonelle e Scott, “está monitorando a situação de perto e trabalhando duro para produzir mais papel higiênico e outros produtos de papel essenciais para melhor atender às necessidades do consumidor”.

Em um comunicado ao Usa Today, a empresa também disse: “Seguimos atentos à demanda do consumidor e continuaremos a produzir e enviar o máximo de produtos possível aos varejistas”.

A Georgia-Pacific, fabricante do papel higiênico Angel Soft e Quilted Northern, por sua vez, disse que “continua a produzir papel higiênico e toalhas 24 horas por dia, 7 dias por semana em todo o nosso sistema”.

“Nossos clientes podem estar experimentando pequenos aumentos na demanda localmente e estamos respondendo. Como outros fabricantes, continuamos enfrentando uma variedade de desafios em toda a cadeia de suprimentos, incluindo envio, transporte, logística e mão de obra”, afirmou a companhia.

A GP também pediu aos clientes que não entrem em pânico e perguntem às lojas sobre a disponibilidade dos produtos: “Nosso conselho aos consumidores, caso encontrem suprimentos limitados em um local, é não entrar em pânico e verificar outros pontos de venda. É só comprar o que precisa”, concluiu.

O desespero para estocar papel higiênico, porém, ainda é menor do que no começo da pandemia, no início de 2020, quando o estoque do produto nas lojas era de 40%. Hoje, a taxa é de 86% nos varejos norte-americanos.

Fonte
IstoÉEntrepreneur
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