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Amazon cobra preços abusivos de papel higiênico

Amazon cobra preços abusivos de papel higiênico

A loja cobrou preços inflados por itens essenciais meses após o início da pandemia de Covid-19

Um grupo de defesa do consumidor acusa a maior varejista on-line do mundo, a Amazon, de praticar preços abusivos. A loja cobrou preços inflados por itens essenciais, como o papel higiênico, meses após o início da pandemia de Covid-19.

O relatório, divulgado na quinta-feira, 10, pela Public Citizen, examina vários produtos no site da Amazon. Baseada em suas próprias observações e em dados de sites de rastreamento de preços, a organização sem fins lucrativos aponta aumentos de preços de até 1.000% quando comparados aos níveis pré-pandemia ou aos preços de outras grandes varejistas.

Amazon cobra preços abusivos de papel higiênico

A acusação desafia a postura pública da Amazon, de acordo com a qual não possui controle sobre a manipulação de preços conduzida por alguns “malfeitores” que vendem produtos em sua popular loja on-line. O relatório também alega que a varejista on-line aumentou preços de produtos que vende diretamente.

A empresa, no entanto, negou o envolvimento em tais práticas. “Não há lugar para aumento de preços na Amazon, e isso inclui produtos oferecidos diretamente pela Amazon”, disse um porta-voz. “Nossos sistemas são projetados para oferecer aos clientes o melhor preço online disponível e, se vemos um erro, trabalhamos rapidamente para corrigi-lo”, acrescentou.

Durante a pandemia, houve várias de reclamações sobre preços abusivos, bem como disponibilidade irregular, de produtos em demanda como artigos de limpeza. Um regulador da Alemanha também questionou a Amazon a respeito dos preços durante esse período. Em uma campanha contra preços inflados dos revendedores, a 3M processou e, depois, chegou a um acordo, com um comerciante da Amazon.

Defensor de política de concorrência da Public Citizen e autor do relatório, Alex Harman, diz que é uma “loucura” que a Amazon ainda registre preços abusivos meses depois. Ele suspeita de que os preços mais altos identificados na Amazon sejam resultado, em parte, dos aumentos de novos fornecedores que a empresa buscou às pressas após o início da pandemia. Porém, isso não significa que tais preços devam chegar aos consumidores. “O aumento da demanda e a falta de oferta são literalmente a razão de existirem leis contra manipulação de preços”, concluiu.

Fonte: Exame

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