DISA®FIBER: onde estão os ganhos das enzimas de refino na produção de tissue?
Tecnologia da Disamtex Chemicals pode contribuir para reduzir o consumo de energia, melhorar a drenagem e equilibrar as propriedades do papel conforme as condições de cada máquina.
Na produção de papel tissue, nem sempre o principal desafio está no mesmo ponto. Em algumas máquinas, a limitação pode estar no consumo de energia durante o refino. Em outras, na drenagem, na estabilidade operacional, na produtividade ou na necessidade de desenvolver propriedades da folha sem aumentar excessivamente a ação mecânica sobre as fibras.
É justamente por isso que a aplicação de enzimas de refino não deve ser tratada como uma solução padronizada.
A DISA®FIBER, linha de enzimas de refino da Disamtex Chemicals, foi desenvolvida para atuar de forma controlada sobre as fibras, auxiliando seu desenvolvimento e permitindo adequar a estratégia de aplicação às características da matéria-prima, às condições operacionais e aos resultados que se pretende alcançar.
A tecnologia já vem sendo aplicada em diferentes condições de operação e matérias-primas, incluindo celulose virgem, fibras recicladas e suas combinações.
ONDE ESTÁ A OPORTUNIDADE NA SUA MÁQUINA?
Redução do consumo de energia: a ação enzimática auxilia a fibrilação das fibras, reduzindo a dependência exclusiva da energia mecânica aplicada pelos refinadores. Dessa forma, metas de refino podem ser alcançadas com menor esforço mecânico, contribuindo para a redução do consumo específico de energia.
Drenagem e produtividade: a modificação controlada das fibras e a menor geração de finos favorecem a drenagem durante a formação da folha. Quando essa variável representa uma limitação da máquina, a melhoria do desaguamento pode contribuir para maior estabilidade operacional e criar condições para ganhos de velocidade e produtividade.
Propriedades físicas do papel: a DISA®FIBER também pode ser utilizada como ferramenta complementar ao refino mecânico para auxiliar o desenvolvimento das fibras e das propriedades da folha. De acordo com a matéria-prima e os requisitos do produto, a tecnologia pode contribuir para ganhos em propriedades como resistência à tração e rasgo.
Estabilidade operacional: nem sempre o maior retorno está associado exclusivamente à economia de energia ou ao aumento de velocidade. Maior regularidade do processo e um melhor equilíbrio entre refino, drenagem e propriedades do papel também podem representar ganhos importantes para a operação.
O RESULTADO COMEÇA PELA IDENTIFICAÇÃO DA OPORTUNIDADE
A aplicação de enzimas não deve começar pela dosagem do produto, mas pela identificação da oportunidade existente na máquina.
Por isso, a implantação da DISA®FIBER é conduzida pela Disamtex a partir da avaliação das condições operacionais e da definição dos indicadores que serão utilizados para medir os resultados.
Grau de refino, carga e amperagem dos refinadores, drenagem, teor de finos, retenção, umidade, velocidade da máquina e propriedades físicas do papel estão entre os parâmetros que podem ser acompanhados antes e durante o tratamento enzimático.
A formulação, dosagem e ponto de aplicação são definidos considerando matéria-prima, consistência, temperatura, pH, tempo de retenção e as características específicas de cada processo.
DISA®FIBER: BIOTECNOLOGIA TRANSFORMADA EM RESULTADO INDUSTRIAL
Mais do que simplesmente reduzir a ação mecânica do refino, a proposta da DISA®FIBER é utilizar a biotecnologia como ferramenta para buscar um melhor equilíbrio entre energia, drenagem, produtividade, estabilidade operacional e propriedades do papel.
O ganho mais relevante dependerá da realidade de cada máquina.
Identificar onde está essa oportunidade é o primeiro passo. Transformá-la em resultado faz parte do trabalho da DISAMTEX.
Para maiores informações ou para avaliar a aplicação da DISA®FIBER em seu processo, entre em contato com a DISAMTEX Chemicals & Additives pelo telefone +55 (47) 3337-3600 ou acesse: www.disamtex.com.br.



















