Decreto do Plástico acelera a circularidade no setor tissue — e a Plasdil reforça sua estratégia com soluções sustentáveis
Nova regulamentação amplia a importância de embalagens com conteúdo reciclado, rastreabilidade e desempenho industrial, e coloca a sustentabilidade em um novo patamar de competitividade para o mercado tissue
A sustentabilidade entrou de vez na agenda do setor tissue — e agora com um componente adicional: pressão regulatória. Com a publicação do Decreto nº 12.688/2025, o Brasil passou a ter regras mais claras para a logística reversa de embalagens plásticas, fortalecendo a responsabilidade compartilhada entre empresas e impulsionando práticas ligadas à reciclagem, circularidade e reinserção de materiais na cadeia produtiva.
Para a indústria tissue, o recado é direto: a embalagem sustentável deixou de ser apenas um diferencial de imagem e passou a ocupar espaço estratégico na agenda de eficiência, conformidade e competitividade. Em um setor com grande volume de circulação de embalagens, soluções que conciliam desempenho técnico e menor impacto ambiental tendem a ganhar ainda mais relevância.
É nesse cenário que a Plasdil reforça um caminho que já vem construindo nos últimos anos. Especialista em embalagens flexíveis, a empresa tem ampliado sua atuação com projetos ligados ao uso de PCR (plástico reciclado pós-consumo), iniciativas de circularidade e desenvolvimento de soluções voltadas ao mercado tissue. Em 2024, a companhia foi reconhecida no concurso Grandes Cases de Embalagens com um projeto desenvolvido para a Copapa, produzido com resina PCR fornecida pela Braskem.
A agenda sustentável da empresa também se traduz em escala. Segundo publicação do setor, a Plasdil recuperou mais de 17 milhões de embalagens para o mercado tissue em 2024, reforçando sua contribuição para a economia circular e para a redução da pegada de carbono na cadeia.
Na prática, o avanço regulatório favorece empresas preparadas para entregar mais do que um material reciclado. O mercado passa a demandar embalagens que combinem conteúdo circular, estabilidade de processo, rastreabilidade e qualidade visual, sem comprometer a produtividade da operação. É justamente nesse ponto que a Plasdil busca se posicionar: unir sustentabilidade com performance real no chão de fábrica.
Mais do que acompanhar uma tendência, a discussão agora gira em torno de preparo. O novo ambiente regulatório exige visão de longo prazo, capacidade técnica e parceiros que entendam tanto as exigências da indústria quanto o futuro da cadeia de embalagens.
Para o setor tissue, a mudança é clara: sustentabilidade não é mais apenas discurso. É critério de mercado. E, para a Plasdil, isso reforça uma direção já assumida — a de desenvolver embalagens flexíveis alinhadas à nova lógica da circularidade, sem abrir mão de desempenho, eficiência e valor para o cliente.





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