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Reajustes no preço da celulose faz com que os lucros da Navigator caiam 20,5%

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Fim dos benefícios fiscais na ex-Portucel também contribuiu para redução dos resultados líquidos no primeiro trimestre

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Os lucros da The Navigator Company (ex-Portucel) caíram para os 35,6 milhões de euros no primeiro trimestre. A redução do preço de venda da pasta de papel e o fim de benefícios fiscais contribuíram para a quebra de 20,5% nos resultados líquidos da empresa liderada por Diogo da Silveira em comparação com o mesmo período de 2016, segundo o comunicado divulgada esta quinta-feira junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Apesar do aumento das vendas em 2,1%, para 392,7 milhões de euros, os resultados operacionais recuaram 7,8% para os 52 milhões de euros.

No negócio do papel, escreve a Navigator, a descida do nível de preços médio levou a uma redução de 4,8% do valor das vendas de papel para 282,3 milhões de euros.

No segmento de tissue (papel usado em guardanapos, por exemplo), o valor das vendas cresceu 14,4% para os 18,1 milhões de euros.

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As vendas de energia elétrica aumentaram 22%, depois da resolução dos problemas técnicas que afetaram as turbinas das cogerações renováveis de Cacia e Setúbal.

Os lucros antes de juros, impostos, amortizações e depreciações (EBITDA) recuaram 3,6% para os 90,2 milhões de euros e a margem sobre as vendas recuou dos 24,3% para os 23%. Estes resultados já contam com o impacto de seis milhões de euros do plano de redução de custos da empresa, designado por M2.

No capítulo dos impostos, a Navigator refere que voltou a pagar uma taxa de IRC de 27,5% no primeiro trimestre de 2017; no período homólogo do ano passado, esta taxa era de 16,88%. Só que os benefícios fiscais terminaram, o que teve impacto nos resultados trimestrais da empresa.

dinheirovivo.pt

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