Celulose

Com o sucesso de sua segunda unidade, Fibria pode investir em Projeto Horizonte 3

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“Encontramos um terreno fértil de boa vontade, boas ideias e ideais. O Governo do Estado tem assegurado a todas as empresas que aqui se instalam a segurança jurídica de que precisa para seus empreendimentos, e foi o que tornou possível o crescimento da Fibria em Mato Grosso do Sul”, disse o presidente da empresa, Marcelo Castelli, durante visita a nova unidade em Três Lagoas.

Satisfeito com os resultados que a empresa vem alcançando no Estado, Castelli demonstrou otimismo ao ser abordado sobre a perspectiva de a Fibria construir a Horizonte 3 em Mato Grosso do Sul. “Não sei ainda, mas vamos conversar com os nossos investidores, com os nossos acionistas, não tenham dúvida, porque temos confiança, nos sentimos tranquilos em reinvestir aqui”, afirmou.

Segundo ele, por enquanto os investimentos estão concentrados na Horizonte 2, que entrou em funcionamento no dia 23 de agosto deste ano, três semanas antes do prazo previsto.

Castelli ressaltou que o foco da empresa no momento está na conclusão do projeto Horizonte 2, o que ocorrerá no ano que vem, e aumentar gradativamente a produção da unidade até chegar ao pico de produção de 3,25 milhões de toneladas de celulose por ano na soma das duas unidades.

“Mato Grosso do Sul consegue ser competitivo porque tem investidores como a Fibria, que acreditam no Estado, que apostam no nosso potencial, que sabem que podem investir no Mato Grosso do Sul”, disse o governador Reinaldo Azambuja ao destacar a importância da parceria com a empresa, uma das maiores produtoras de celulose do mundo.

Também presente na visita à fábrica, o Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Elias Verruck, disse que a empresa movimenta a economia, gera empregos e colabora com a balança comercial.

“A Fibria leva o nome de Mato Grosso do Sul para o mundo e vem ao encontro do nosso trabalho pela diversificação da economia local”, afirmou Verruck ao entregar à Fibria o documento de Licença de Operação da unidade Horizonte 2, emitida pelo Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul).

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Histórico -No projeto da Horizonte 2, a Fibria investiu R$ 7,5 bilhões e quando estiver em plena operação a unidade vai produzir 1,95 milhão de toneladas de celulose de eucalipto por ano. “No pico da obra tivemos cerca de 9 mil profissionais trabalhando em Três Lagoas. Isso é desenvolvimento econômico, geração de emprego e renda para o Estado, para a cidade, para o comércio e para toda a cadeia de serviços”, pontuou Castelli.

No próximo mês, a Fibria inicia a operação do Terminal Intermodal em Aparecida do Taboado. A empresa planeja investir no desenvolvimento local e na qualificação da mão de obra nos municípios da área de abrangência da sua atuação, como Três Lagoas, Água Clara e Brasilândia.

campograndenews.com.br

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