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Ibá aponta estatísticas sobre a produção brasileira de celulose

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Produção brasileira de celulose avança em outubro, aponta IBÁ

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A produção nacional de celulose subiu 1,9% em outubro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, para 1,61 milhão de toneladas, segundo dados preliminares divulgados nesta quarta-feira (29) pela Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), que reúne os produtores de celulose, papel, painéis e pisos de madeira e florestas no país.

A recuperação do ritmo de produção, comparativamente aos meses anteriores, reflete o início de operação da nova fábrica da Fibria, no fim de agosto, e a retomada de produção em fábricas que passaram por paradas programadas para manutenção, mais do que compensando a suspensão das atividades na linha 2 da fábrica de Guaíba (RS) da CMPC Celulose Riograndense. A linha gaúcha voltou a operar no começo deste mês.

No acumulado dos dez primeiros meses do ano, houve alta de 2,9%, para 15,95 milhões de toneladas.

Já as exportações da matéria-prima recuaram 2,2% em outubro, para 1,03 milhão de toneladas. No ano, porém, houve expansão de 3,6%, a 11,03 milhões de toneladas.

Conforme a Ibá, a China se manteve como principal destino da celulose produzida no país, com 39,7% de participação e receita de US$ 2,1 bilhões nos dez primeiros meses do ano, uma alta de 18% na comparação com o mesmo período de 2016. Os europeus permaneceram na segunda posição, com 31,4% e pouco mais de US$ 1,6 bilhão em receitas (crescimento de 5,6%).

De janeiro a outubro, as receitas provenientes das exportações dos setores representados pela Ibá atingiram US$ 7 bilhões, alta de 10,9%, dos quais US$ 5,2 bilhões em celulose (+13,7%), US$ 1,6 bilhão em papel (+1,7%) e US$ 242 milhões em painéis de madeira (+20,4%).

Como resultado, a balança comercial do setor teve saldo positivo de US$ 6,15 bilhões de janeiro a outubro, com crescimento de 12,7%.

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Papel

As vendas de papéis no mercado doméstico mostraram recuperação em outubro, com aumento de 2,4% na comparação anual, a 475 mil toneladas.

Esse desempenho foi impulsionado por diferentes segmentos: o volume vendido de papéis de imprimir e escrever, que vinha em queda, cresceu 2,9%, para 141 mil toneladas; os de embalagens subiram 1,4%, para 148 mil toneladas; papel cartão teve alta de 9,5%, a 46 mil toneladas; e os papéis para fins sanitários (tissue) avançaram 3,1%, a 100 mil toneladas. Na ponta oposta, papel imprensa teve queda de 25%, a 6 mil toneladas.

No acumulado dos dez primeiros meses do ano, as vendas domésticas de papéis mostraram retração de 0,4%, com 4,47 milhões de toneladas.

Já a produção nacional de papéis subiu 3% em outubro, para 904 mil toneladas, e 0,9% em dez meses, a 8,7 milhões de toneladas.

As exportações, que têm sido impulsionadas pela estratégia das papeleiras de direcionar maior volume de produção ao mercado externo para compensar a fraqueza da economia local, subiram 6,8% em outubro, para 172 mil toneladas. No ano até o mês passado, houve alta de 0,4%, a 1,76 milhão de toneladas.

As importações de papéis, por sua vez, voltaram a crescer, com avanço de 35,3%, para 69 mil toneladas em outubro. No acumulado do ano, o crescimento é de 10,6%, a 636 mil toneladas.

valor.com.br

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