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Celulose Riograndense afirma que não demitiu nem rompeu contratos durante paralisação

Seguradora não quer cobrir o valor do sinistro

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Após mais de 150 dias de paralisação, a Celulose Riograndense calcula que a fábrica de Guaíba fecha 2017 produzindo mais de 300 mil toneladas a menos do que o esperado. A produção foi retomada em novembro e as paradas ocorreram devido ao acidente em uma caldeira ainda em fevereiro.

— Mantivemos operações e estrutura, não demitimos gente. Agora, retomamos o restante das operações florestais, logística, industrial. Houve a prorrogação de alguns contratos, que foram renegociados — explica o presidente da empresa, Walter Lídio Nunes.

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A capacidade da empresa é produzir 1,8 milhão de toneladas ao ano de celulose. A Celulose Riograndense é da chilena CMPC. O diretor-presidente, Hernán Wilson, esteve em Porto Alegre nesta segunda-feira. Contou que a seguradora, a Mapfre, não está querendo cobrir o prejuízo. A empresa contesta, dizendo que o sinistro era coberto pela apólice. Todo o reparo da caldeira custou cerca de US$ 60 milhões.

gauchazh.clicrbs.com.br

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