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05 Mitos sobre o Marketing Digital

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Quando estudamos Marketing Digital e procuramos quais são as boas práticas em diversas frentes, é comum nos depararmos com “verdades” que são ditas por diferentes fontes.

Também é comum ouvirmos de amigos e conhecidos que “fazer X funciona” ou “fazer Y não traz resultado”. Isso nos faz assumir essas proposições como sendo verdadeiras, sem entender o contexto ou a forma como essas estratégias foram aplicadas.

Para ajudar você em seus estudos, levantamos os principais “mitos” que vemos e ouvimos diariamente em diversos assuntos do Marketing Digital. Também revelamos por que eles não devem ser tratados como boas práticas ou como guias para você aplicar as estratégias em sua empresa.

Mito #1

Marketing de Conteúdo é sobre a minha empresa

O primeiro mito é, possivelmente, o erro mais primário que as empresas que estão começando a aplicar a metodologia cometem.

Marketing de Conteúdo não é sobre a sua empresa, mas sobre sua persona.

Diferentemente de uma assessoria de imprensa, que, aí sim, é sobre sua empresa, Marketing de Conteúdo é sobre os problemas/dúvidas/curiosidades que sua persona enfrenta e as informações e o conhecimento que você possui para resolvê-los.

As boas práticas de Marketing de Conteúdo preveem que a metodologia funciona para educar e fidelizar seu público-alvo sobre o assunto de seu nicho de mercado. O intuito disso é fazer com que esse conteúdo gere credibilidade e influencie na decisão de compra.

Em outras palavras, é para pessoas que poderão futuramente fazer parte de sua cartela de clientes. É fazer as pessoas conhecerem sua empresa antes de oferecer o produto/serviço.

Mito #2

Marketing de Conteúdo só existe na internet

Apesar de ser uma prática relacionada ao Inbound Marketing, que, aí sim, só é possível por meio da internet, a origem do marketing de conteúdo data de antes do desenvolvimento da rede mundial de computadores.

O primeiro registro comprovado de marketing de conteúdo vem do século 19. É a revista The Furrow, da John Deere, que em 1895 iniciou sua publicação dando dicas sobre agricultura. A revista ainda está em circulação nos dias atuais e é um exemplo de que marketing de conteúdo pode ser feito offline.

Qualquer informação produzida por uma marca, mas que tenha como prioridade passar informação relevante ao invés de fazer publicidade, pode ser considerada marketing de conteúdo.

Mito #3

Falar sobre o que eu sei vai matar meu negócio e abastecer meus concorrentes

Esse mito é um medo comum para a maioria das pessoas que fazem marketing de conteúdo. Em uma primeira visão, realmente parece que revelar os segredos e o conhecimento de graça irá matar seu negócio, pois as pessoas irão fazer tudo sozinhas e não precisarão de sua ajuda.

Mas, observando por uma ótica um pouco mais profunda, o que acontece na verdade é que, quando você revela seus segredos e entrega todo seu conhecimento de forma gratuita, você acaba criando identificação e respeito com sua persona e tornando-se referência no assunto. Isso é um fator importantíssimo e que influencia fortemente na decisão de compra do cliente.

Para reforçar esse mito desvendado, recomendamos a leitura do post “Por que produzir conteúdo de qualidade e revelar seus segredos não vai matar seu negócio”.

Mito #4

Meus clientes não estão nas mídias sociais

Vamos aos números de usuários presentes nas mídias sociais para desvendar esse mito:

Facebook: 1 bilhão +

YouTube: 1 bilhão +

Instagram: 400 milhões +

LinkedIn: 400 milhões +

Twitter: 300 milhões +

Pinterest: 100 milhões +

Com tantos usuários ativos nas redes sociais, será mesmo que seus clientes não estão nelas? É mais fácil você não os encontrar do que eles não estarem presentes nas mídias.

Mito #5

Ninguém mais lê e-mail

Vamos dar um passo para trás: todos possuem um e-mail. Para ter acesso a este e-Book, você precisou dar seu e-mail em troca. O mesmo vale para cadastros em qualquer site, serviço e aplicativo: para criar uma conta no Facebook, por exemplo. você precisa de um e-mail válido.

É claro que existe uma diferença entre termos um e-mail e lermos tudo o que recebemos. O grande ponto aqui é o interesse: se eu conheço o remetente e sei que seu conteúdo é de qualidade (irá me trazer algo de valor), com certeza irei engajar.

É isso que faz você olhar para uma caixa de entrada cheia e escolher o que vai abrir.

Além disso, não é difícil encontrar casos de empresas, em diferentes setores, que produzem bons conteúdos, seguem as boas práticas de e-mail e atingem taxas de abertura de 50-60%.

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